O Amor não tira Ferias - By Klaus Hasten.

Quem nunca já pensou em largar tudo por alguns dias e viajar pra um lugar bem longe? Amanda sim, depois de uma decepção com o ex-namorado que a traiu ela procura na Internet num site de aluguel de casas na Inglaterra e acaba conhecendo Íris, que também teve uma decepção e elas acabam trocando de casas (eu cheguei a me sentir incomodado com essa cena, elas simplesmente decidem em menos de 2 minutos que no dia seguinte pegaram o vôo mesmo nem se conhecendo direito).
É a partir da troca de casas que o filme cai o nível completamente e nem a ajuda de Jack Black, amigo de Amanda que acaba conhecendo Íris e Jude Law, Irmão de Íris que conhece Amanda (se fosse mais clichê seria um remake).
Mas tenho que admitir que algumas partes são realmente boas, e quando Eli Wallach entra em cena como Arthur Abbott, famoso produtor de cinema que vira amigo de Íris e consegue segurar o publico que tava doido pra sair logo do filme por mais um pouco (que chamou muita atenção no trailer e chegou a parecer um bom filme).
Eu nunca costumo desencorajar ninguém pra ir ao cinema...mas esse filme é péssimo e um dos piores das carreiras de Kate Winslet (que apesar de ser mesmo Britânica, força demais o sotaque e o torna ao invés de agradável e inteligente um som irritante) e Cameron Diaz que invés de ficar tentando essas comedias românticas, deveria voltar para o pântano com o Shrek e ficar lá por um bom tempo.
Moral da história: O Amor realmente não tira ferias, mas a criatividade da diretora e roteirista Nancy Meyers tira sim, tanto que transformou um filme que tem uma base de idéia boa num desastre de verão e ao invés de um homor inteligente como eu esperava, teria algo que eu não chamo de humor. Qual é a lição que aprendemos? Quem vê trailer não lê cotação!
Nota: 4,5

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