Letra e Música – By Klaus Hasten.

Você sabe aquelas bandas “super-legais” dos anos 80? Com aqueles “super-rebolados” que os integrantes faziam e achavam o máximo? Assim era a vida do protagonista interpretado por Hugh Grant, que fazia parte de uma banda que era mais ou menos a mistura de The Police, Menudo e Dominó e como todas, acabaram se separando e cada integrante seguindo uma carreira solo mal-sucedida.
De uma hora pra outra sua vida da uma guinada por uma proposta que lhe foi oferecida para compor uma nova musica, e é ai que se encaixa o momento “profundo” do filme: Uma pessoa deveria abdicar seus conceitos e valores por dinheiro e sucesso? (tema que por sinal já está tão gasto que só ajuda o filme a ser mais clichê).
E por falar em clichê, ele encontra na sua jardineira (Drew Barrymore), a pessoa ideal para ajudá-lo na composição da musica, o que (obviamente) acaba aproximando os dois e assim inicia-se o momento “água-com-açúcar” (salientando que é com muito açúcar) em qual a hipocondríaca e insegura se junta ao falido e saudoso (lê-se “cheirando a naftalina”) para fazer uma musiquinha bonitinha (o que nem sempre é tão ruim pra quem vai ao cinema se divertir e assistir um filme com uma historia banal, mas interessante).
Moral da história: Se for pra ver Sessão da tarde, não saia de casa!
Nota: 6,7
Nota: 6,7

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