Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado – By Klaus Hasten.

Sabe aqueles episódios de seriados animados de heróis que nós vemos na televisão? É mais ou menos o formato do novo filme do Quarteto Fantástico, que teve sua divulgação basicamente “apelando” pro lado do Surfista Prateado. Com toda a fase da apresentação dos personagens e a origem do grupo e seus respectivos poderes de lado, temos um filme mais leve e realista, tentando dar uma explicação cientifica para todos os fenômenos ocorridos.
Quando foi revelado, o personagem “convidado” para essa continuação, foi uma felicidade tanto para comunidade cinematográfica quanto os fãs dos quadrinhos, pela primeira vez um diretor (Tim Story) tinha ousado colocar caminhos diferentes de personagens da cultura pop Marvel em um filme só. O Surfista Prateado, uma das figuras mais filosóficas dos anos 60, a representação da liberdade e livre arbítrio na sociedade daquela época foi resumido a um “vestígio” no meio de um longa com tanta coisa que nada conseguiu ficar em evidência, nem o próprio Surfista.
Pontos como o casamento de Reed e Sue e até a volta do Dr. Destino, foram tramas que por falta de adjetivo melhor foram completamente dispensáveis no roteiro. Com a vontade de uma vida normal, Reed cogita se livrar dessa vida e criar uma família, ponto forte se já não tivesse sido abordado no primeiro e uma “pequena” e desnecessária volta do Dr. Destino, que com certeza já deu o que tinha que dar no primeiro e foi apenas um objeto que ofuscou a já manchada imagem do “principal do filme”.
Com o Surfista Prateado no filme, já estava implícito para boa parte dos fãs o vilão do filme. O tão esperado Galactus, antagonista mor do Quarteto e patrão do Surfista finalmente daria as caras. Caras? Acho que a grande decepção do filme foi exatamente essa, Galactus, devorador de mundos que vai a terra prenunciado pelo Surfista para “devora-la” foi apenas uma fumaça no filme (literalmente). Tanta enrolação pra uma fumaça gigante, é exatamente a sensação que te dá ao sair da sala com a silhueta do gigante rosa que deveríamos ver na cabeça.
Já o lado profundo ficou justamente pro palhaço do primeiro. Com o casamento da irmã e a possibilidade de dissolver a equipe, Johnny se vê perdido e literalmente com perda de identidade. Encontrando o Surfista, Johnny acaba trocando de poderes com os outros membros, não só causando problemas como aumentando sua dificuldade de supremacia.
Como um sonho ruim, Quarteto Fantástico 2 acabou rápido, e deixou a sensação de roteiro mal feito e expectativa quebrada. Cada vez mais vemos Tim Story apenas como uma criança brincando com seus bonecos, sem saber o valor que cada um representa. Com tanta apelação, como o Surfista, o Fantasticarro e a “imagem de Galactus”, com certeza gerou muita decepção, só concluindo a derrota das continuações do ano.
Nota: 6,0
Quando foi revelado, o personagem “convidado” para essa continuação, foi uma felicidade tanto para comunidade cinematográfica quanto os fãs dos quadrinhos, pela primeira vez um diretor (Tim Story) tinha ousado colocar caminhos diferentes de personagens da cultura pop Marvel em um filme só. O Surfista Prateado, uma das figuras mais filosóficas dos anos 60, a representação da liberdade e livre arbítrio na sociedade daquela época foi resumido a um “vestígio” no meio de um longa com tanta coisa que nada conseguiu ficar em evidência, nem o próprio Surfista.
Pontos como o casamento de Reed e Sue e até a volta do Dr. Destino, foram tramas que por falta de adjetivo melhor foram completamente dispensáveis no roteiro. Com a vontade de uma vida normal, Reed cogita se livrar dessa vida e criar uma família, ponto forte se já não tivesse sido abordado no primeiro e uma “pequena” e desnecessária volta do Dr. Destino, que com certeza já deu o que tinha que dar no primeiro e foi apenas um objeto que ofuscou a já manchada imagem do “principal do filme”.
Com o Surfista Prateado no filme, já estava implícito para boa parte dos fãs o vilão do filme. O tão esperado Galactus, antagonista mor do Quarteto e patrão do Surfista finalmente daria as caras. Caras? Acho que a grande decepção do filme foi exatamente essa, Galactus, devorador de mundos que vai a terra prenunciado pelo Surfista para “devora-la” foi apenas uma fumaça no filme (literalmente). Tanta enrolação pra uma fumaça gigante, é exatamente a sensação que te dá ao sair da sala com a silhueta do gigante rosa que deveríamos ver na cabeça.
Já o lado profundo ficou justamente pro palhaço do primeiro. Com o casamento da irmã e a possibilidade de dissolver a equipe, Johnny se vê perdido e literalmente com perda de identidade. Encontrando o Surfista, Johnny acaba trocando de poderes com os outros membros, não só causando problemas como aumentando sua dificuldade de supremacia.
Como um sonho ruim, Quarteto Fantástico 2 acabou rápido, e deixou a sensação de roteiro mal feito e expectativa quebrada. Cada vez mais vemos Tim Story apenas como uma criança brincando com seus bonecos, sem saber o valor que cada um representa. Com tanta apelação, como o Surfista, o Fantasticarro e a “imagem de Galactus”, com certeza gerou muita decepção, só concluindo a derrota das continuações do ano.
Nota: 6,0

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