Eu os Declaro Marido e Larry – By Klaus Hasten.

Naturalmente nessa época do ano, começam a surgir aquelas comédias que trocam a criatividade por algumas risadas forçadas. Adam Sandler, conhecido no ramo, aproveita essa onda pra jogar um ou dois filmes que todo mundo assiste, mas poucos gostam.
Depois do sucesso anterior “Click”,agora ele decidiu investir em um assunto que apesar de muitas risadas, causa muitos problemas.O tema homossexualidade, reverenciado pelos comediantes da era “Saturday Night Live”, além de polêmico nunca foi respeitada nessa mídia, tendo seu ultimo exemplo sério como o “Segredo de Brockback Mountain” de Ang Lee.
Apesar das contradições, o filme consegue em alguns momentos manter ruma relação respeitosa como tema, fazendo alguns espectadores mais sérios pararem para pensar e ver que a homossexualidade vai além da risada. Uma ótima lição,principalmente para nós,brasileiros que sempre usamos o assunto como forma de menosprezar os diferentes, nos mantendo em uma posição “superiora”.
Adam Sandler, dono da produtora do filme e por coincidência protagonista da trama, tem em seu personagem Chuck, exatamente como o espelho do seu ego. Um bombeiro famoso e galanteador que usa seu uniforme como estereotipo para ser bem sucedido com as mulheres. Já Larry, seu amigo é exatamente o contrário (mais uma forma de destacar Sandler na trama) tendo em comum apenas a amizade antiga e a profissão perigosa.
Após se dar conta dos riscos que corre diariamente, Larry para vencer a burocracia do governo estado-unidense e prover seu seguro de vida aos seus filhos em caso de morte, decide se casar com Chuck pra enfim ter seus direitos. Mesmo com tudo feito, eles percebem que para evitar fraudes como essa, o governo começa a investigar cada passo deles, tornando o casamento cada vez mais “real”.
A cada minuto que passa é mais perceptível os direitos homossexuais inseridos no roteiro (algo realmente impressionante devida a fonte) mostrando as lutas e os preconceitos que surgiram até os direitos de hoje em dia e evidenciando o ponto de vista de cada camada social a respeito do assunto. A delicadeza de como é abordado o assunto não é muito ortodoxa com cenas de alto tom depreciativo e preconceituoso.
Ao final do filme você percebe que não foi uma perda de tempo. Apesar de toneladas de filmagens desperdiçadas com cenas não só desperdiçadas, mas totalmente dispensáveis, vale a pena conferir o filme que com todas as idéias politicamente corretas (e incorretas),mostra que Adam Sandler ainda tem muito o que aprender.
Nota: 7,0
Depois do sucesso anterior “Click”,agora ele decidiu investir em um assunto que apesar de muitas risadas, causa muitos problemas.O tema homossexualidade, reverenciado pelos comediantes da era “Saturday Night Live”, além de polêmico nunca foi respeitada nessa mídia, tendo seu ultimo exemplo sério como o “Segredo de Brockback Mountain” de Ang Lee.
Apesar das contradições, o filme consegue em alguns momentos manter ruma relação respeitosa como tema, fazendo alguns espectadores mais sérios pararem para pensar e ver que a homossexualidade vai além da risada. Uma ótima lição,principalmente para nós,brasileiros que sempre usamos o assunto como forma de menosprezar os diferentes, nos mantendo em uma posição “superiora”.
Adam Sandler, dono da produtora do filme e por coincidência protagonista da trama, tem em seu personagem Chuck, exatamente como o espelho do seu ego. Um bombeiro famoso e galanteador que usa seu uniforme como estereotipo para ser bem sucedido com as mulheres. Já Larry, seu amigo é exatamente o contrário (mais uma forma de destacar Sandler na trama) tendo em comum apenas a amizade antiga e a profissão perigosa.
Após se dar conta dos riscos que corre diariamente, Larry para vencer a burocracia do governo estado-unidense e prover seu seguro de vida aos seus filhos em caso de morte, decide se casar com Chuck pra enfim ter seus direitos. Mesmo com tudo feito, eles percebem que para evitar fraudes como essa, o governo começa a investigar cada passo deles, tornando o casamento cada vez mais “real”.
A cada minuto que passa é mais perceptível os direitos homossexuais inseridos no roteiro (algo realmente impressionante devida a fonte) mostrando as lutas e os preconceitos que surgiram até os direitos de hoje em dia e evidenciando o ponto de vista de cada camada social a respeito do assunto. A delicadeza de como é abordado o assunto não é muito ortodoxa com cenas de alto tom depreciativo e preconceituoso.
Ao final do filme você percebe que não foi uma perda de tempo. Apesar de toneladas de filmagens desperdiçadas com cenas não só desperdiçadas, mas totalmente dispensáveis, vale a pena conferir o filme que com todas as idéias politicamente corretas (e incorretas),mostra que Adam Sandler ainda tem muito o que aprender.
Nota: 7,0

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