Conduta de Risco - By Klaus Hasten.

Ultimamente, nessa etapa do nosso novo século, quando as palavras “consciência” e “hipocrisia” têm significados tão parecidos na visão da sociedade, filmes politicamente corretos tem tido uma boa aceitação perante o público e principalmente a mídia. Com toda essa “politicagem” quem se aproveitou com isso foi George Clooney, que com diversos filmes do gênero como ator e produtor, pegou um pedaço consideravelmente grande da torta.
Conduta de risco, ou melhor, Michael Clayton na versão original, não cai na base das biografias nem homenagens. Não cai na base do bem ou do mal, aqui vemos os personagens como humanos, e a partir dessa igualdade surgem cada psicológico, explicando as escolhas de cada um.
O enredo gira em torno de vários processos que uma empresa “x” (sendo x representa diversas empresas de hoje em dia) sofre por problemas de saúde que envolve suas atividades. Pra ajudar nessa situação, uma empresa de advocacia estuda o caso e suas variantes, mesmo sabendo que os fatores são reais e a empresa é culpada.
O ponto chave do entendimento básico da profundidade do longa, é justamente esse fator, o da ética. Por lei, um advogado tem que auxiliar o réu, mas e pela moral? Ele deve seguir passos inescrupulosos e abdicar de seus próprios valores pelo trabalho? e é assim que entra Tom Wilkinson com a melhor interpretação do filme (ou melhor, alguém que se interessou pelo roteiro e aprofundou seu personagem) como um advogado maníaco depressivo que prefere largar tudo em nome do que acredita ser certo.
E onde entra George Clooney nisso tudo? Perdido, tanto seu personagem quanto seu interprete são marionetes nessa orquestra. Um retrato das pessoas inertes que costumam varrer tudo pra de baixo do tapete. Clayton passa o longa inteiro em uma auto-reflexão sobre valores, influenciado pelo colega Arthur (Tom Wilkinson) mas sem tomar um lado especifico, esperando a trama se completar na sua frente, até tomar uma decisão.
Mesmo com uma história sensacional pra ser relatada, o filme é pobre em algumas seqüências, principalmente com a ajuda de George Clooney, que como ator, é um péssimo produtor e deixa o fascínio nas mãos do roteirista Tony Gilroy, que com diálogos carregados de riqueza e profundidade, carrega a trama nas costas até seu ultimo minuto.
Nota: 7,5
Conduta de risco, ou melhor, Michael Clayton na versão original, não cai na base das biografias nem homenagens. Não cai na base do bem ou do mal, aqui vemos os personagens como humanos, e a partir dessa igualdade surgem cada psicológico, explicando as escolhas de cada um.
O enredo gira em torno de vários processos que uma empresa “x” (sendo x representa diversas empresas de hoje em dia) sofre por problemas de saúde que envolve suas atividades. Pra ajudar nessa situação, uma empresa de advocacia estuda o caso e suas variantes, mesmo sabendo que os fatores são reais e a empresa é culpada.
O ponto chave do entendimento básico da profundidade do longa, é justamente esse fator, o da ética. Por lei, um advogado tem que auxiliar o réu, mas e pela moral? Ele deve seguir passos inescrupulosos e abdicar de seus próprios valores pelo trabalho? e é assim que entra Tom Wilkinson com a melhor interpretação do filme (ou melhor, alguém que se interessou pelo roteiro e aprofundou seu personagem) como um advogado maníaco depressivo que prefere largar tudo em nome do que acredita ser certo.
E onde entra George Clooney nisso tudo? Perdido, tanto seu personagem quanto seu interprete são marionetes nessa orquestra. Um retrato das pessoas inertes que costumam varrer tudo pra de baixo do tapete. Clayton passa o longa inteiro em uma auto-reflexão sobre valores, influenciado pelo colega Arthur (Tom Wilkinson) mas sem tomar um lado especifico, esperando a trama se completar na sua frente, até tomar uma decisão.
Mesmo com uma história sensacional pra ser relatada, o filme é pobre em algumas seqüências, principalmente com a ajuda de George Clooney, que como ator, é um péssimo produtor e deixa o fascínio nas mãos do roteirista Tony Gilroy, que com diálogos carregados de riqueza e profundidade, carrega a trama nas costas até seu ultimo minuto.
Nota: 7,5

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