Cloverfield - by Klaus Hasten.

Contos sobre monstros, ou até mesmo metrópoles dizimadas é algo comum nos multiplexes uma ou duas vezes ao ano. Vem dos receios da sociedade, que criam algo aparentemente tão complexo, tão bem feito, e ver com os próprios olhos isso tudo perecer facilmente. Os monstros, criaturas feitas para cumprir o propósito de destruir unicamente, não passam daquela parte pessimista que fica alojada no nosso cérebro, tentando sair para acabar com nossas esperanças.
J.J Abrams, produtor de séries complexas e inteligentes como LOST, nos trás uma sinopse desinteressante e pouco cativante, tendo como maior atração, um monstro que invade Nova York, formando caos e destruição pelo seu caminho.
Para os poucos que ultrapassaram as barreiras do estereotipo e se entregaram a trama, descobriram que o velho pode se tornar novo, que a forma como se conta uma história pode ser um divisor de águas, entre o bom e o ruim. Um filme de monstro centrado na mais profunda psicologia e instinto humano é como um presente novo entregue em uma embalagem usada.
Ironicamente, a historia é contada no ponto de vista (fator importante no filme) de Robert, vice-presidente de uma empresa que está de mudança para a terra da prosperidade, imaginação e de monstros conhecidos, o Japão. Na noite de sua despedida, é pego de surpresa por um convidado inesperado que chega à cidade de forma abrupta e lançando Rob e seus amigos em uma busca de sobrevivência e auto conhecimento.
Filmado com uma filmadora simples de mão, um personagem à parte da história, evidenciando momentos e sentimentos que não seriam possíveis de forma convencional, o foco do “Evento Cloverfield” não é em cima do monstro, nem em heróis que tem a resposta, mas sim em nós, pessoas normais que não estão preparadas pra tragédias e nas decisões tomadas e as suas conseqüências.
O filme mescla com maestria as cenas profundas e significativas com a ação e efeitos necessários pra não tornar a película mais um show de fogos de artifício. Constrói personagens fortes e marcantes sem apelar pra introduções monótonas, montando a complexidade de cada um ao decorrer do filme.
Nota: 8,0
J.J Abrams, produtor de séries complexas e inteligentes como LOST, nos trás uma sinopse desinteressante e pouco cativante, tendo como maior atração, um monstro que invade Nova York, formando caos e destruição pelo seu caminho.
Para os poucos que ultrapassaram as barreiras do estereotipo e se entregaram a trama, descobriram que o velho pode se tornar novo, que a forma como se conta uma história pode ser um divisor de águas, entre o bom e o ruim. Um filme de monstro centrado na mais profunda psicologia e instinto humano é como um presente novo entregue em uma embalagem usada.
Ironicamente, a historia é contada no ponto de vista (fator importante no filme) de Robert, vice-presidente de uma empresa que está de mudança para a terra da prosperidade, imaginação e de monstros conhecidos, o Japão. Na noite de sua despedida, é pego de surpresa por um convidado inesperado que chega à cidade de forma abrupta e lançando Rob e seus amigos em uma busca de sobrevivência e auto conhecimento.
Filmado com uma filmadora simples de mão, um personagem à parte da história, evidenciando momentos e sentimentos que não seriam possíveis de forma convencional, o foco do “Evento Cloverfield” não é em cima do monstro, nem em heróis que tem a resposta, mas sim em nós, pessoas normais que não estão preparadas pra tragédias e nas decisões tomadas e as suas conseqüências.
O filme mescla com maestria as cenas profundas e significativas com a ação e efeitos necessários pra não tornar a película mais um show de fogos de artifício. Constrói personagens fortes e marcantes sem apelar pra introduções monótonas, montando a complexidade de cada um ao decorrer do filme.
Nota: 8,0

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